domingo, 21 de maio de 2017

Um negócio d'outro mundo!



Quero uma passagem para... não, pra Lua já não dá mais!
 
Antes do fato, uma explicaçãozinha: eu nunca experimentei drogas (bem, pelo menos as ilícitas). Não por decência, mas por medo de gostar mesmo.

Além do mais, eu vou te contar aqui o que acontece comigo com um simples antigripal, “Naldecon Noite”.

O texto foi escrito por mim, em 21 de maio de 2012, por volta de 10 horas da manhã, segundo o Facebook:

“Sonhei que estava com marido e filhos, desembarcando na Lua. Descemos em solo árido, porém avistávamos uma floresta com cachoeira.

Lá pelas tantas, Gabriel quis fazer xixi e eu o mandei usar o banheiro da nave. Fiquei aflita, porque meu filho podia mijar em solo lunar... e a gente ia sair no Jornal Nacional, pagando esse mico!

Daí, alguém avisou que tinha banheiro na Lua. Eu logo pensei que fosse daqueles banheiros químicos. Mas eis que era uma lanchonete com banheiros decentes. Era para o povo das estações espaciais.

Então, eu comentei com uma “lunática” que gostaria de morar lá, porque “na Terra, é cada coisa que toca no rádio...”. A “lunática”, em seguida, começou a cantar “ai, se eu te pego”! Ela ria e dizia que lá o povo era antenado.”

Acordei.

Um Naldecon Noite, minha gente, um Naldecon Noite!

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