Antes do fato, uma explicaçãozinha: eu nunca experimentei
drogas (bem, pelo menos as ilícitas). Não por decência, mas por medo de gostar
mesmo.
Além do mais, eu vou te contar aqui o que acontece comigo
com um simples antigripal, “Naldecon Noite”.
O texto foi escrito por mim, em 21 de maio de 2012, por
volta de 10 horas da manhã, segundo o Facebook:
“Sonhei que estava com
marido e filhos, desembarcando na Lua. Descemos em solo árido, porém
avistávamos uma floresta com cachoeira.
Lá pelas tantas,
Gabriel quis fazer xixi e eu o mandei usar o banheiro da nave. Fiquei aflita,
porque meu filho podia mijar em solo lunar... e a gente ia sair no Jornal
Nacional, pagando esse mico!
Daí, alguém avisou que
tinha banheiro na Lua. Eu logo pensei que fosse daqueles banheiros químicos.
Mas eis que era uma lanchonete com banheiros decentes. Era para o povo das
estações espaciais.
Então, eu comentei com
uma “lunática” que gostaria de morar lá, porque “na Terra, é cada coisa que
toca no rádio...”. A “lunática”, em seguida, começou a cantar “ai, se eu te
pego”! Ela ria e dizia que lá o povo era antenado.”
Acordei.
Um Naldecon Noite, minha gente, um Naldecon Noite!

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