Estou lendo “Concerto para corpo e alma”, do Rubem Alves.
Página 75:
“[Willian] Blake diz que ‘a árvore que um tolo vê não é a
mesma árvore que um sábio vê’. Bernardo Soares explica, dizendo que isso é
assim porque ‘nós só vemos o que nós somos’.”
Já avancei algumas páginas na leitura, mas, na verdade,
fiquei presa nas palavras acima: NÓS SÓ VEMOS O QUE NÓS SOMOS.
Fim. Veja você.
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